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ROUPA SUJA SE LAVA EM CASA



As recentes declarações da vereadora e prima do presidente nacional do Partido Socialista Brasileiro causou um fuzuê na cena política nacional. Ao afirmar que a cúpula do partido toma decisões de forma draconiana, a parlamentar simplesmente afirmou algo comum no comportamento dos dirigentes dos partidos políticos nacional. Não é de hoje que se têm notícias,  que a postura adotada por aqueles que têm o controle das siglas no Brasil, se comportam como se fossem donos. O que causa espanto é justamente pelo fato de que o líder mor do PSB afirma que defende uma postura diferente, recebendo a alcunha de “nova política”, mas o que parece, as práticas são velhas.
     Como não bastassem os comentários contundentes da vereadora socialista, o grupo liderado pela ex-senadora Marina Silva não esconde de ninguém sua insatisfação com relação a uma aproximação do pré-candidato à presidência da República do PSB com o PSDB, visando dividendos eleitorais no Estado de São Paulo. Ora, nem foi dado oficialmente o início da campanha eleitoral, e a rede de intrigas já começou. O que não se esperava, era que se iniciaria com os aliados e parentes.
     O chamado fogo amigo tem ganho proporções inesperadas, onde tudo é possível ao homem e principalmente quando o mesmo está ferido. Vale lembrar, as afirmações do grande secretário de Florença quando afirmou que os aliados do príncipe são eternos insatisfeitos e por isso o mesmo não tem amigos. Acreditar que adotando uma postura de bom moço logrará êxito nas urnas, só mesmo para quem nunca entrou em uma disputa, algo que não se enquadra o presidente do PSB. Resta saber se, conseguirá apagar o fogo amigo, caso contrário, passará mais tempo apagando o incêndio do que cuidando da sua candidatura e dos seus asseclas pelos Estados. Algo desgastante, principalmente se os mesmos necessitam do seu ombro amigo para poder caminhar pelas ruas em busca de voto.


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