Em um mundo cada vez mais globalizado, as
relações internacionais se tornaram extremamente necessárias para o bom
andamento entre as nações. Buscar o isolamento poderá causar sérias
consequências para o bom andamento econômico. A postura adotada com relação às
questões econômicas, pelo presidente da considerada maior potência mundial,
acendrou a repulsa de outros governantes. Afinal, no mundo da política,
geralmente, o que prevalece é o pragmatismo.
O modelo de economia hegemônica, adotado
pelo presidente da terra do Tio Sam, sofre dificuldade de se manter de pé.
Afinal, o mundo mudou e consequentemente os padrões de negociações
internacionais também estão passando pelo processo de mudanças. Uma agenda
imperialista aos moldes atuais é difícil sobreviver.
Enfim, a expectativa que fora criada com
relação à participação do governo brasileiro e o governo dos Estados Unidos na
recente Assembleia da ONU, pelo menos temporariamente, deixou saldo positivo
para ambos. O presidente republicano se mostrou inclinado a dialogar com o
presidente do Brasil, mas não significa dizer que se encontra disposto a
desconsiderar as taxações econômicas aplicadas. Como ambos são simpatizantes da
megalomania, deve-se imaginar que, o diálogo girará em torno de quem mais fez
ou anda fazendo de positivo em seu país.
Olinda, 27 de setembro de
2025.
Sem ódio e sem medo.
Hely Ferreira é cientista
político.
Comentários
Postar um comentário