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Mostrando postagens de 2019

LÁ VEM O BRASIL DESCENDO A SEPULTURA

     Em tempos idos, ser cantor no Brasil tinha como pré-requisito o timbre de voz possante. Foi assim que surgiram cantores como Orlando Silva, Nelson Gonçalves, Cauby Peixoto e tantos outros. Com o advento da Bossa Nova, surge uma nova batida no violão e uma maneira inovadora de cantar. É assim que nasce o principal e primeiro cantor do maior movimento da Música Popular Brasileira. O inconfundível João Gilberto. A voz aveludada era seu principal diferencial. Não sendo por acaso que Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa e até Roberto Carlos iniciaram a carreira tendo o bom baiano como sua principal fonte de inspiração.      Muitos acreditam que João Gilberto esteve em Recife pela primeira vez para divulgar a canção Chega de Saudade. Vale salientar, que quando ainda era vocalista de um grupo musical, visitou a Veneza brasileira. Depois de anos fechado, em 2000, o teatro Santa Isabel ao reabrir suas portas comemorou o ocorrido com dois sh...

PARE, OLHE E MORRA

No ano de 1974, na famosa a época casa de show Canecão, localizada na cidade de São Sebastião do Rio de janeiro, foi palco para grandes artistas. Dentre eles, o cantor e compositor Uday Vellozzo, conhecido artisticamente por Benito di Paula. Naquele ano, lançou o seu quarto disco. Entre as faixas do vinil, estava uma canção intitulada Pare, Olhe e Viva. A mesma trazia uma mensagem de alerta com relação aos alarmantes acidentes ocorridos no trânsito, geralmente causados por desrespeito a legislação.      Lamentavelmente, o Brasil figura como um dos países em que os acidentes de trânsito tornaram-se algo preocupante. Daí, a necessidade em criar caminhos para tolher o avanço dos sinistros. Mas recentemente, o governo federal em mais uma demonstração da sua “necro-política”, resolveu propor alterações na legislação e como sempre, na contramão de tudo o que se foi feito para tentar expurgar o Brasil do pódio em acidentes de trânsito.      A ...

ELE FEZ HISTÓRIA

     Era verão na região Norte do Brasil. Especificamente na capital do Estado do Pará, no ano de 1998, quando tivemos o nosso primeiro contato com o reverendo Paulo Anglada. Natural da capital paraense, Paulo Anglada deu seus primeiros passos na área teológica como aluno do SPN (Seminário Presbiteriano do Norte), concluindo o bacharelado no ano de 1982. Amante da leitura, o pastor Paulo Anglada buscou acendrar seus conhecimentos teológicos, partindo para a África do Sul, onde concluiu o mestrado no ano de 1987 pela Poochefstroom University for Christian Higher Education. Depois fez o doutorado em Ministério pelo Westminster Theological Seminary in California, no ano de 2003.      Sua paixão pelas coisas do Reino de Deus, acompanhado pelo dom que recebeu, fizeram do professor Paulo Anglada um esmero pregador e escritor. Entre as obras, podemos destacar as seguintes: Calvinismo: As Antigas Doutrinas da Graça e Spurgeon e o Evangelicalismo ...

QUANTO VALE A VIDA?

     No dia 12 de agosto de 2000, afundou um submarino pertencente à Marinha Russa, com 118 pessoas em suas dependências. Embora o Estado russo tenha recebido solidariedade de outros países, inclusive com a possibilidade de resgatar toda tripulação ainda com vida, o governo russo “ignorou” a ajuda internacional, surgindo especulações de que a decisão em não querer ajuda, era para preservar o sigilo das pesquisas que estavam sendo desenvolvidas pelos tripulantes. Se realmente foi o motivo, é uma clara demonstração que a vida humana encontra-se em segundo plano e o poder em primeiro.      Em 05 de novembro de 2015, ocorreu o rompimento da barragem de Fundão, localizada na cidade mineira de Mariana pertencente à empresa Vale S.A. O desastre ocorrido, até o momento, é considerado o de maior impacto ambiental da história brasileira. O quadro foi desolador, onde se tornaram vítimas, o homem, os animais e a vegetação. Tudo por conta do descas...

CADERNETA ESCOLAR

     A famosa e temida caderneta escolar, ou diário de classe é um objeto utilizado pelos professores. Com ela, o mestre registra as aulas e o comparecimento dos alunos.      Causou-me espanto a afirmação de alguns membros da imprensa e até de colegas da ciência política com relação à ausência de todos os governadores dos Estados da Região Nordeste a posse do novo Presidente da República Federativa do Brasil. Ao colocarem o horário das posses no mesmo da do Planalto Central, foi entendido como uma maneira de não   participarem das festividades em Brasília. Ora, pelo menos em Pernambuco, a tradição é de que grande parte dos governadores foram empossados no horário da tarde. Com relação aos demais Estados da região, não ouso opinar por desconhecer a tradição. Ainda que não seja no horário da tarde, os governadores não são obrigados a comparecerem a posse do novo presidente. Ninguém deve se fazer presente, onde não se sente familiar...