A recente decisão do prefeito da cidade de São Sebastião do Rio de janeiro, em cancelar a festa de réveillon na praia de Copacabana, vem sendo motivo de muita histeria e de leitura preconceituosa. Todos sabem que a pandemia veio de maneira tenaz alterar a agenda dos habitantes da Terra. Mesmo assim, há aqueles que insistem em apresentar uma maneira de desqualificar a decisão do prefeito, onde o que vale é ser contra tudo e se quer propor uma alternativa para solução do problema. Um dos argumentos apresentados para tomada de decisão do prefeito do Rio de Janeiro, segundo seus opositores é por ser pastor protestante. Daí, já se percebe o primeiro equívoco histórico. O protestantismo foi um movimento surgido no século XVI, do qual a entidade religiosa que o prefeito é filiado não possui nenhuma ligação. Para tanto, basta saber que o mesmo pertence ao grupo dos neopentecostais que surgiram no século XX. Algo bem recente. O segundo equívoco, é atribuir a decisão pelo fat...