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Mostrando postagens de setembro, 2024

FÉ OFICIAL

  Durante os primórdios da formação do Brasil, em dado período, havia uma relação quase que inseparável entre a Igreja e o Estado. Era algo tão perceptível que as cessões eleitorais em boa parte, funcionavam dentro das igrejas e os nomes dos votantes eram afixados nas portas dos templos. O fim da parceria   entre o Catolicismo Romano e o Brasil só veio ocorrer de maneira oficial com a chegada da República. Agora, o país não tinha uma religião oficial, a partir daí, predominaria o Estado laico. Mesmo assim, até hoje, encontramos vestígios da religião oriunda de Roma, para tanto, basta observar os feriados existentes ligados aos santos.       Embora durante alguns séculos o Catolicismo Romano fora quase hegemônico em terras brasileiras, não significa afirmar que não houvesse a divulgação de outros credos. Como exemplo, temos a presença pujante dos holandeses na Região Nordeste. Os mesmos professavam a fé reformada (popularmente conhecida como calvinismo). S...

MEDALHA DE PRATA

  Não é de hoje que existe uma política predatória com relação às florestas brasileiras. À medida que os anos passam a devastação cresce e mesmo assim, salvo melhor juízo, não se percebe empenho suficiente da parte dos governantes para que se resolva o problema. Basta lembrar que o chanceler do governo anterior, afirmou que o discurso ambientalista era coisa de origem chinesa para implantar o comunismo no mundo.      As recentes queimadas pelo Brasil a fora, vem demonstrando que os responsáveis diretos para coibir a ação criminosa não têm preparo suficiente para evitar. Caso contrário, não se teria visto um dos ministros do STF determinar um prazo para que o governo ampliar-se o número de pessoas com o intuito em combater os incêndios florestais. Por outro lado, a ação nefasta de quem pratica crime ambiental, demonstra a ausência de preocupação com a fauna, flora e com o futuro da humanidade. Pessoas que assim agem, questiona-se se em algum momento da vida con...

APATIA ELEITORAL

           Durante muitos anos a marca principal de demonstração da força de uma candidatura era o número de pessoas que se conseguia colocar diante de um palanque para ouvir as mensagens proferidas pelos candidatos. Naquela época os moradores    faziam questão de ornamentarem as ruas para recepcionarem seus candidatos. Diferentemente da atualidade, o declínio da credibilidade do discurso político, fez por onde naturalmente crescesse o   distanciando entre eleitor e candidato, fazendo com que o modus operandi das campanhas fossem revistos.      A redução do tempo das campanhas tem provocado a necessidade de ser repensado o modus operandi. Um dos desafios é provocar no eleitorado à vontade e consequentemente a identificação com os candidatos. É bem verdade, que em tese, as eleições municipais tornam os leitores mais preocupados em querer participar. Afinal, eles vivem no município e pelo menos em tese, prefeitos...