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Mostrando postagens de agosto, 2017

PRESIDENCIALISMO DE CORRUPÇÃO

     A Carta Magna brasileira de 1945, estava em vigor quando Jânio Quadros resolveu renunciar ao cargo de Presidente da República. Naturalmente, o seu sucessor era o vice João Goulart. Entretanto, havia resistência com relação a sua posse na presidência. Assim sendo, a “saída” encontrada foi a aprovação de uma emenda constitucional em 02 de setembro de 1961, onde o Brasil adotaria o parlamentarismo. De agora em diante, o parlamentarismo republicano estaria em voga no país. Em 16 meses de parlamentarismo, o que se viu foi três primeiros-ministros. Aprofundando os problemas econômicos do país.      Mediante plebiscito, o presidencialismo retornou com força no país, dando a Jango o direito de ser chefe de estado e de governo, nomeando ministros de profunda estirpe como San Tiago Dantas e Celso Furtado. Mas as propostas de reformas de base levaram o governo a sucumbir, sendo deposto pelos militares que assumiram o comando do país por vinte e um anos. ...

O SILÊNCIO DAS RUAS

Em qualquer Estado moderno que se diz democrático, a participação da população é algo inerente. O problema é que se tratando de Brasil, as chamadas festas populares conseguem mais adesão do que as manifestações políticas partidárias. Embora as mesmas exerçam influência direta na vida de todos. No ano de 2013, proliferou-se no Brasil, uma onda de reinvindicações, em que seus líderes afirmavam não quererem qualquer relação com os partidos políticos. Lamentavelmente, as mobilizações não surtiram o efeito esperado, vez que, a chamada classe política, comportou-se   como ouvido de mercador.      O discurso de moralização na política, restringiu-se aos arroubos retóricos. Na verdade, grande parcela da população prega o fim da corrupção, mas a penas quando ela não lhe beneficia. Assim sendo, o Congresso é um reflexo do povo, já que os congressistas foram escolhidos mediante soberania popular.      Havia quem acreditasse que com a saída ...