As limitações da
democracia ateniense não tirava do cidadão o apetite de participar ativamente das
decisões da cidade. Pensar em não participar do pleito em Atenas, era visto
como um comportamento idiota.
Em relação ao
Brasil, embora ainda estivesse na era colonial, Portugal permitia que sua
principal colônia escolhesse seus representantes do parlamento. Mas durante a
Primeira República (1889-1930), foram utilizados vários modelos de votação.
Vale salientar que todos pelo critério majoritário.Entretanto, as eleições do
ano de 1945, passaram a adotar o modelo que é utilizado até hoje.
Antigamente
próximo ao término de cada ano, as farmácias distribuíam aos usuários um
almanaque, onde era adaptado um personagem da obra de Monteiro Lobato,conhecido
por Jeca Tatu.Figura essa que, vivia se lamentando da vida e sem disposição para
o trabalho. Porém, um dia ele conheceu um elixir que limpou as mazelas que estava
dentro de si. Daí em diante,se tornou uma pessoa próspera e disposta a
enfrentar as agruras da vida.
Seria bom que o
eleitor tivesse o voto como um elixir que ao utilizá-lo, servisse para limpar as
mazelas da democracia, escolhendo candidatos que honrem o voto que lhe fora
confiado e que tenha capacidade de encontrar o eleitor, não apenas durante o
período eleitoral, mas constantemente, e sabendo que não será ridicularizado,
pois tem buscado com afinco, cumprir as promessas de campanha.
P.S. este artigo é um resumo da palestra proferida na IPB
localizada no bairro do Prado.
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