A Carta Magna
brasileira de 1945, estava em vigor quando Jânio Quadros resolveu renunciar ao
cargo de Presidente da República. Naturalmente, o seu sucessor era o vice João
Goulart. Entretanto, havia resistência com relação a sua posse na presidência.
Assim sendo, a “saída” encontrada foi a aprovação de uma emenda constitucional
em 02 de setembro de 1961, onde o Brasil adotaria o parlamentarismo. De agora
em diante, o parlamentarismo republicano estaria em voga no país. Em 16 meses
de parlamentarismo, o que se viu foi três primeiros-ministros. Aprofundando os
problemas econômicos do país.
Mediante
plebiscito, o presidencialismo retornou com força no país, dando a Jango o
direito de ser chefe de estado e de governo, nomeando ministros de profunda
estirpe como San Tiago Dantas e Celso Furtado. Mas as propostas de reformas de
base levaram o governo a sucumbir, sendo deposto pelos militares que assumiram
o comando do país por vinte e um anos.
O retorno de um
civil ao comando do Planalto Central, levou o Brasil a uma nova Constituição
que fora promulgada em 1988. Cuja a mesma encontra-se em vigor. Porém, os
moldes dela, torna qualquer presidente um dependente do Poder legislativo.
Dando assim, o nome de presidencialismo de coalisão. O grande problema é que ao
invés de coalisão, tem sido um presidencialismo de corrupção. Fazendo com que a permanência no poder seja
garantida através do balcão de negócios.
Verdade Hely.. nenhum sistema é eficaz com corrupção generalizada.. mudaram as peças... mas o jogo continua feio.
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