Considerada ao final da antiguidade a maior cidade do Egito,
Alexandria deu uma grande contribuição ao mundo.
O porto de
Alexandria beneficiou um número significativo de comerciantes. O patrimônio da
cidade proporcionou a proliferação do conhecimento. A sua famosa biblioteca era
conhecida como Museu, possuindo um acervo de 700 mil manuscritos, atraindo
filósofos que transmitiam o legado do pensamento grego.
A versatilidade em
Alexandria era algo notório, vários judeus que haviam passado pelo processo de
helenização, optaram viver por lá. Tanto é que, a Bíblia (apenas o Velho
Testamento), foi traduzida durante os séculos III e II a. C., sendo conhecida
como Septuaginta, sendo utilizada pelos cristãos antes mesmo do Novo
testamento.
A religiosidade em
Alexandria, não era diferente das questões culturais. Havia práticas judaicas,
cristãs e politeístas. Todo o contexto favoreceu o nascimento do didascálion (Lugar de Ensino). Era uma
escola que tinha como alvo, preparar pessoas para o batismo.
Diferente do apogeu
da biblioteca de Alexandria, vivemos em um país onde o prazer da leitura é algo
que não faz parte da maioria da população. Não é por acaso o número assustador
de analfabetos funcionais. E sem muito esforço, façamos um teste em nossas
mentes. Quando foi inaugurada a última biblioteca pública em Recife?
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