Prestes ao fim do seu segundo mandato, o
presidente dos Estados Unidos da América do Norte enfrenta um novo desafio.
Como se não bastasse os problemas internacionais, Barack Obama abraçou a causa
de combater o alto índice de chacinas que ocorrem em solo americano. Obama
agora resolveu criar medidas que dificulte a compra de armas de fogo. Ao tratar
do assunto, o presidente americano lembrou os crimes que vêm ocorrendo com certa
freqüência.
Embora venha sofrendo críticas de
especialistas e do principal partido de oposição ao seu governo, Obama segue
impávido na luta em reduzir o comércio de armas em seu país, onde segundo ele,
seria um dos principais fatores para tolher as atrocidades ocorridas. Uma das
principais medidas adotadas por é exigir licença aos pequenos comerciantes e
vendedores particulares. Segundo ele, isso fará com que ocorra uma preocupação
em averiguar os antecedentes do comprador.
Presidente da nação mais poderosa do
mundo, Obama ao tratar das mortes ocorridas nos Estados Unidos, às lágrimas banharam
o seu rosto em uma demonstração que o homem por mais poder que possua, nem
sempre seus desejos são realizados, tanto é, que no ano de 2013, foi enviado um
projeto que visava maior averiguação aos antecedentes, sendo o mesmo refutado
pelo Congresso. Agora, ele está sendo acusado por seus opositores de ultrajar o
art. 2º da Carta Política.
Caso Obama fosse presidente do Brasil,
seria acusado de golpista, pois, alguns desavisados ou maldosos, afirmam que o
Estatuto do Desarmamento é uma maneira sorrateira que o governo encontrou para
desarmar a população e fortalecer o Estado.
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