Ainda no primeiro mandato presidencial, a Senhora Dilma em
pleno exercício do cargo criou um projeto intitulado de Mais Médicos, onde o
mesmo facilitou a entrada de profissionais da área no mercado de trabalho.
Muitas críticas foram feitas ao projeto, alegando que o mesmo visava trazer
médicos de outros países, principalmente de Cuba.
Os cursos de
licenciaturas nas instituições nacionais estão sobrevivendo, porém existe uma
defasagem de alunos, pois muitos fatores estão contribuindo para a diminuição
de uma função que enobrece e enaltece qualquer país, que é ser professor. Entre
os fatores para que não almeje ser professor está na questão salarial, vez que,
muitos cursos técnicos o profissional da área já inicia com uma renda considerável,
diferente do professor que precisa se deslocar para vários educandários com o
intuito de ter pelo menos condições de sobreviver cada mês. Outro fator, é a
falta de respeito para quem exerce o magistério, não é difícil sabermos de
relatos como o que aconteceu recentemente na cidade de Mogi das Cruzes, onde a
professora foi agredida verbalmente e fisicamente dentro da sala de aula por
uma aluna. Ora, ninguém quer ser agredida, muito menos no local em que se
entende que você é considerado autoridade.
Lamentavelmente,
ao longo dos anos o discurso feito pelos governantes é um samba de uma nota só.
Durante o período das campanhas eleitorais, prometem que vão valorizar a
educação e conseqüentemente o professor. O fato é que permanecendo o quadro
atual, talvez o governo tenha que criar o projeto Mais Professor, trazendo
profissionais de outros países, pois os daqui estão se cansado da forma como
são tratados, muitos estão pensando em trabalhar em países em que seja
valorizado e respeitado, sendo um professor tipo exportação.
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