Pular para o conteúdo principal

CONHECIMENTO EN PASSANT

 

 

 

“As mães não temem a morte. Seu maior medo é deixar seus filhos neste mundo, sabendo que ninguém irá amá-los como elas”. (Laura Cardoso)

 

     Na Grécia antiga, o conhecimento filosófico, promoveu o saber racional aprofundado pelo ser humano. Naquele período, o conhecimento abrangia, as mais variáveis modalidades de conhecimento. Entre eles encontramos a astronomia, física, biologia, lógica, ética, matemática etc. Abarcando todo o agrupamento do que se denomina de conhecimento racional, a filosofia procurava conhecer toda a realidade sem dividir o conhecimento em campos específicos.

     A ideia de um saber filosófico universalista, perdurou até o período medieval. Com raras exceções, algumas áreas tentaram voar sem as asas de Minerva. Entre elas podemos destacar a Teologia.

     Quando se depara com o problema do conhecimento na Idade Moderna, o conhecimento filosófico viveu um processo de reducionismo. Vendo-se claramente a separação entre ciência e filosofia. Muitas das ciências, aos poucos ganharam autonomia, ampliando o processo de especialização, defendendo uma investigação delimitada. Não é debalde a famosa era dos especialistas. Em dias atuais, o mundo da especialização do campo da ciência, promove sorrateiramente uma pulverização, perdendo aos poucos a visão acendrada no que tange ao conhecimento humano.

     O cenário atual produz um contexto, onde o saber filosófico passou a exercer papel de extrema relevância, desenvolvendo o exercício do trabalho reflexivo, alcançado pelo mundo da ciência. Assim sendo, a filosofia continua viva e eficaz, promovendo olhar e conhecimento crítico diante das mais variadas situações da vida.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

ENCONTRO DE MEGALOMANÍACOS

       Em um mundo cada vez mais globalizado, as relações internacionais se tornaram extremamente necessárias para o bom andamento entre as nações. Buscar o isolamento poderá causar sérias consequências para o bom andamento econômico. A postura adotada com relação às questões econômicas, pelo presidente da considerada maior potência mundial, acendrou a repulsa de outros governantes. Afinal, no mundo da política, geralmente, o que prevalece é o pragmatismo.      O modelo de economia hegemônica, adotado pelo presidente da terra do Tio Sam, sofre dificuldade de se manter de pé. Afinal, o mundo mudou e consequentemente os padrões de negociações internacionais também estão passando pelo processo de mudanças. Uma agenda imperialista aos moldes atuais é difícil sobreviver.      Enfim, a expectativa que fora criada com relação à participação do governo brasileiro e o governo dos Estados Unidos na recente Assembleia da ONU, pel...

SINAL COLORIDO

       Depois de mais uma rodada de pesquisa divulgada com relação ao desempenho da popularidade do governo federal, percebe-se que existe claramente, uma queda vertiginosa de aceitação perante a opinião pública. Na verdade, o quadro atual, serve para acender todas as luzes do semáforo, se é que ainda se tem alguma possibilidade.       Talvez, um dos maiores adversários do governo seja o tempo. Pois, parece que cada vez em que tenta se reerguer, um novo problema aparece, e consequentemente, sobrepujando qualquer possibilidade de recuperação da popularidade. Entre os dados apresentados na mais nova pesquisa, o declínio da popularidade do governo entre os que professam o catolicismo romano, justamente no momento em que se tentava descobrir uma forma de aproximar-se com os pentecostais e neopentecostais, provavelmente, ampliou o grau de preocupação.      Havia certa apologia de que a fraca popularidade do governo est...

EM OLINDA, TUDO DO MESMO JEITO

         Durante o período das eleições municipais do ano passado (2024), tive o privilégio de participar das sabatinas promovidas pela Rádio Folha FM, com os candidatos ao cargo de prefeito, de várias cidades, dentre as quais, da cidade de Olinda. Em um dado momento, questionei,   à época, da   candidata e, atualmente prefeita se ela mesma abriria diálogo com entidades que se preocupam com patrimônio histórico local.   Na oportunidade, ouvi da candidata que o diálogo seria mantido. Confesso que fiquei estupefato, vez que, até aquele momento, em especial o Instituto Histórico de Olinda havia requerido audiência com o chefe do poder executivo municipal, mas sem ter até aquele momento, nenhuma resposta. De imediato, a candidata se mostrou solícita em querer resolver o problema, tanto é que, na disputa do segundo turno das eleições, ela fez questão de mencionar durante o programa de rádio que havia procurado saber do caso. Entretanto, a resp...