“As
mães não temem a morte. Seu maior medo é deixar seus filhos neste mundo,
sabendo que ninguém irá amá-los como elas”. (Laura Cardoso)
Na Grécia antiga, o conhecimento
filosófico, promoveu o saber racional aprofundado pelo ser humano. Naquele
período, o conhecimento abrangia, as mais variáveis modalidades de
conhecimento. Entre eles encontramos a astronomia, física, biologia, lógica,
ética, matemática etc. Abarcando todo o agrupamento do que se denomina de
conhecimento racional, a filosofia procurava conhecer toda a realidade sem
dividir o conhecimento em campos específicos.
A ideia de um saber filosófico
universalista, perdurou até o período medieval. Com raras exceções, algumas
áreas tentaram voar sem as asas de Minerva. Entre elas podemos destacar a
Teologia.
Quando se depara com o problema do
conhecimento na Idade Moderna, o conhecimento filosófico viveu um processo de
reducionismo. Vendo-se claramente a separação entre ciência e filosofia. Muitas
das ciências, aos poucos ganharam autonomia, ampliando o processo de
especialização, defendendo uma investigação delimitada. Não é debalde a famosa
era dos especialistas. Em dias atuais, o mundo da especialização do campo da
ciência, promove sorrateiramente uma pulverização, perdendo aos poucos a visão
acendrada no que tange ao conhecimento humano.
O cenário atual produz um contexto, onde o
saber filosófico passou a exercer papel de extrema relevância, desenvolvendo o
exercício do trabalho reflexivo, alcançado pelo mundo da ciência. Assim sendo,
a filosofia continua viva e eficaz, promovendo olhar e conhecimento crítico
diante das mais variadas situações da vida.
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