Influenciado pelo
pensamento de John Locke, Montesquieu fundamentou a famosa teoria da separação
dos três poderes. Seu pensamento até hoje serve de referência aos estados
modernos. Nossa Constituição em seu artigo 2º recepciona a proposta do Espírito
das Leis. Mesmo assim, existe uma confusão que é causada na maioria das
pessoas, acreditando que o poder executivo é o mais possante. É bem verdade
que, não rara às vezes, as atitudes de quem governa, promove o entendimento de
superioridade com relação aos demais poderes.
Ao entrar para a
história política nacional, como o primeiro presidente da República Federativa
do Brasil a ser denunciado por corrupção passiva, o chefe do poder executivo
tem utilizado o cargo para tentar cooptar alguns dos integrantes do poder
legislativo, visando se safar da denúncia apresentada pelo Procurador Geral da
República. Diante do quadro em tela, percebe-se que o governo está claudicante.
Caso ocorra o
afastamento do atual presidente, o seu sucessor constitucional, já está sendo
lembrado que poderá banhar-se em águas oceânicas propícias aos ataques de
tubarões. Será que o Brasil estará trocando seis por meia dúzia? Se for assim,
existem aqueles que fazem apologia de que o Brasil deve ser devolvido aos
ameríndios.
Procurando
manter-se na presidência, o atual chefe do executivo não tem medido esforços
para barrar o avanço da denúncia, para isso, está adotando uma prática que
reporta-se as concessões de canais de rádios e TVs durante o governo Sarney.
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