Em todo ano eleitoral existe muita expectativa em relação aos candidatos a cargos majoritários, principalmente quando está em disputa quem administrará direto do Planalto Central. Há quem diga que as eleições do ano em curso será totalmente diferente do que já ocorreu em toda história eleitoral brasileira. Por um lado, a atual presidente tentando ficar mais quatro anos, acreditando que o seu padrinho político decidirá seu futuro. Contra ela, existem as manifestações contrárias à copa, onde a tendência é se proliferar pelo país, caso não seja vitorioso na disputa futebolística internacional. Mas se for campeão, o país do futebol purgará os erros do governo.
Em relação aos pré-candidatos da oposição é algo esdrúxulo. O maior partido de oposição ao atual governo acredita que o ex-governador de Minas Gerais conseguirá empolgar o eleitorado nacional. O problema maior é que, não raras às vezes, o ex-governador mineiro adota postura de alguém imaturo, ou que não deseja realmente ser presidente do Brasil.
A candidatura do ex-governador de Pernambuco busca se firmar no cenário nacional. Para isso, procura obter visibilidade, vez que a mesma ainda é pequena em relação ao que pretende conseguir em outubro. Embora tenha saído bem avaliado do governo, isso não é suficiente para alguém que pleiteia à presidência da República. É possível que esteja apostando nos insatisfeitos da própria base do governo, ou na falta de um nome de peso dentro da oposição.
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